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Postado por em 28 out 2015 em Água doce, Água salgada, Destaque, Fishing Stories, Pescarias | 0 comentários

Barra do Una – Robalos e Traíras em Peruibe

Barra do Una – Robalos e Traíras em Peruibe

Olá pescadores!!! Estou de volta, dessa vez com uma pescaria bem legal que fiz no Rio Una (Peruíbe). Num convite de última hora, o camarada Pacheco me chamou para pescar Robalos e Traíras. Como não havia pescaria na agenda, não tive dúvidas e parti em busca das dentuças.

Material

Com a pescaria de robalos em rios eu estou acostumado, mas a novidade era a pescaria de traíras. Levei 3 conjuntos:

Vara Custom by AK 5’8″ 15lb (carretilha) – Pincho
Vara Custo by Leandro 6’6″ (carretilha) – Soft
Vara Quantum Response 6′ (molinete) – Soft

Gosto de ter 2 conjuntos de soft, para alternar entre Banzai Rig e Jighead. No conjunto de pincho, levei 2 carretilhas, uma para finesse (com linha PE1.5) e outra com linha mais grossa, para as traíras.

Percurso

Encarando a estrada para o rio Una!

Encarando a estrada para o rio Una!

A estrada para chegar ao rio Una (Peruíbe) é conhecida por precisar de atenção ao dirigir, pois há muitas pedras que podem danificar o carro, então a viagem pode durar até 1h30min dependendo da altura do carro, que consequentemente permitirá velocidades maiores.

Estrada muito bonita, mas é preciso atenção ao passar por pedras que podem danificar o carro.

Estrada muito bonita, mas é preciso atenção ao passar por pedras que podem danificar o carro.

O caminho é muito bonito, com mata fechada nas laterais da estrada. Um dos poucos locais de mata-atlântica bem preservada.

Um dos rios no caminho, com pedras e cachoeiras para admirar.

Um dos rios no caminho, com pedras e cachoeiras para admirar.

Além das paisagens, há um posto do ICMBio no meio da estrada. Pessoal solícito, nos deu informações sobre como chegar ao nosso destino.

Entrada da Reserva.

Entrada da Reserva.

A partir de certo ponto do Rio Una, a área é protegida, podendo apenas os guias habilitador pescarem por lá.

Placa indicando a Marina Tocaia, local de onde partiriamos.

Placa indicando a Marina Tocaia, local de onde partiriamos.

Marina Tocaia, a direita da estrada (sentido Barra do Una).

Fishing Stories esteve aqui!

Fishing Stories esteve aqui!

O tempo não era dos mais convidativos, mas como somos pescadores e não patinadores indoor, não nos abalamos.

O rio recebia a chuva, mas pescador não tem medo de água :D

O rio recebia a chuva, mas pescador não tem medo de água 😀

Bora descer a tralha!!!

Descarregando o carro, embaixo de uma chuva incômoda.

Descarregando o carro, embaixo de uma chuva incômoda.

A embarcação é boa, plataformada, o que ajuda muito nos arremessos e trabalhos de isca.

Partiu #bagre.

Partiu #bagre.

Como a água estava suja, por conta da maré forte + chuva, subimos o rio em busca dos pevas de água doce.

O guia Wake, com o primeiro peixe do dia.

O guia Wake, com o primeiro peixe do dia.

Quem encontrou a cor da soft do dia, foi o guia Wake.

O camarão e o shad verde-limão eram as grandes iscas do dia.

O camarão e o shad verde-limão eram as grandes iscas do dia.

Depois de trocar, cor, isca, anzol, chumbo. Finalmente peguei meu primeiro trick!

Meu primeiro peixe no rio Una, tem que começar na humildade, né? XD

Meu primeiro peixe no rio Una, tem que começar na humildade, né? XD

E haja humildade!!! hahahaa

Será que nesse ponto a água era doce? Interessante convívio de traíras e robalos.

Será que nesse ponto a água era doce? Interessante convívio de traíras e robalos.

Quando passou a pegadeira de tricks, mudamos para sticks e misteriosamente, os robalos estavam mais ativos ainda. E com tamanhos melhores.

Com o passar do tempo, mudamos para a superfície, e os robalos ficaram doidos.

Com o passar do tempo, mudamos para a superfície, e os robalos ficaram doidos.

As vezes, algumas mutucas nos castigavam enquanto buscávamos os bocudos.

Males dos lugares intocados, mutucas!

Males dos lugares intocados, mutucas!

Mudei para as iscas de meia-água, e segui a dica do Wake de usar uma Shad Rap. Isca mais do que clássica, mas que em geral eu deixo na caixa. Dessa vez, ela demonstrou o porquê de sua fama.

Na chamadinha, com a clássica Shad Rap, os maiores apareceram.

Na chamadinha, com a clássica Shad Rap, os maiores apareceram.

E o dia ia passando, agradável e com ações, nada parecido com o tempo, que nos castigava um pouco.

O Pacheco não perdia tempo.

O Pacheco não perdia tempo.

Traíras

Com a água totalmente doce, o foco da pescaria mudou. Montei a vara de pincho com uma Chug Spook Jr da Heddon e a de soft com um shad verde-limão na montagem Texas/Banzai Rig. Primeiro arremessei a isca de superfície e vi que as traíras estavam ativas. Resolvi arriscar na montagem da soft, e caramba… ou sou muito bom, ou dei muita sorte! hahahaha, muitas ações, fisgadas, escapadas e traíras embarcadas!

Muitas traíras atacando! Minha primeira pescaria focada nelas, muito legal!

Muitas traíras atacando! Minha primeira pescaria focada nelas, muito legal!

Consegui gravar a fisgada e trabalho das iscas em 2 vídeos que postarei em nosso canal do youtube, se inscrevam e confiram por lá!

Uma maiorzinha, muito interessante a pescaria de traíras com soft. Nasce um viciado!

Uma maiorzinha, muito interessante a pescaria de traíras com soft. Nasce um viciado!

Vídeo de uma das fisgadas:

Peixe muito legal de se pescar, exemplares de bom tamanho atacavam as iscas a todo tempo. Como sempre, o maior escapou, mas nem preciso dele, as fotos das traíras capturadas já me enchem de orgulho 😀

O shad verde-limão matou a pau, além de iscas de superfície.

O shad verde-limão matou a pau, além de iscas de superfície.

A chuva e o frio apertaram, depois de muitas ações, resolvemos voltar para guardar as coisas. Almoçar um prato feito pela mãe do Wake e nos dirigir de volta para a casa.

Hora de voltar, missão dada é missão cumprida!

Hora de voltar, missão dada é missão cumprida!

Espero que tenham gostado! O contato do guia Wake é o seguinte:

(13) 99779-2034