Pages Menu

Postado por em 1 dez 2015 em Água salgada, Destaque, Fishing Stories | 0 comentários

Mini férias em Bertioga

Mini férias em Bertioga

Bom dia amigos pescadores!

Aproveitando a semana de férias que peguei no trabalho, resolvi descer para Bertioga a convite do amigo Leonardo da Marina Fênix e passei com “muito sacrifício” 3 dias pescando por lá.

Com a chegada do verão, a expectativa era de achar os robalos-flechas lá na região, fazendo expedições na costeira, canal e galhadas dos mangues de Bertioga. Confiram abaixo como foram esses 3 dias muito divertidos de pesca na companhia dos amigos.

day01

O primeiro dia de pesca contou com uma equipe super poderosa de pescadores, exceto eu que dei o azar de pescar somente uma Guaivira durante o dia inteiro. Mas tudo bem, pois afinal estava lá somente para contar histórias e tirar fotos! hahaha

Sendo assim, eu, Leonardo e Tomo partimos da Marina Fênix com destino a marina Calina para buscar o Guia Nê e assim partirmos rumo a costeira de Bertioga.

Começando a jornada de pesca com os amigos Tomo, Leonardo e Nê

Começando a jornada de pesca com os amigos Tomo, Leonardo e Nê

Nosso primeiro point de parada foi na famosa Ilha dos Guarás, localizada a cerca de 15 minutos de navegação saindo do canal de Bertioga.

Ilha dos Guarás

Ilha dos Guarás

Por lá, Leonardo fisgou um belo Robalo-Peva no sistema de jighead com camarão Ebi, na cor chá com glitter da NS.

Leo e um belo roba-peva fisgado no jighead com camarão Ebi da NS

Leo e um belo roba-peva fisgado no jighead com camarão Ebi da NS

Logo em seguida, o guia Nê também teve uma boa briga na robaleira porém o peixe acabou levando a melhor…

Nê brigando com um provável pevão na robaleira

Nê brigando com um provável pevão na robaleira

Depois dessas ações o peixe deu uma sumida, e passamos a procurá-lo em diversos pontos conhecidos como, Ilha rasa, Laje do Perequê e até mesmo no cantão do Indaiá no outro lado de Bertioga. Mas nada de achar o peixe na costeira.

O jeito então foi entrar para a barra de Bertioga para pegar a maré de enchente que começava a subir por volta das 10:30am.

Em uma das primeiras passadas, Nê levanta um belo Peva.

Nê e seu pevão fisgado na entrada do canal de Bertioga

Nê e seu pevão fisgado na entrada do canal de Bertioga

Aproveitando a boa cor de água que entrava na enchente da maré, o guia Nê resolveu nos levar no ponto conhecido como Robalão, logo na entrada do Rio da Fazenda para ver se achávamos algum peixe bom pinchando na galhada, e foi batata! Foram vários flechas enormes que rebojaram nas iscas de superfície, nunca tinha presenciado nada parecido na minha vida. Infelizmente a brincadeira e o momento de êxtase durou pouco, e o único contemplado que conseguiu tirar o peixe foi o Leonardo, que fisgou um belo flecha.

Leo e o troféu do dia, um belo robalo-flecha no plug de meia-água

Leo e o troféu do dia, um belo robalo-flecha no plug de meia-água

No meio do cardume de flechas, ainda alguns bons pevas apareceram para comer na meia-água. Esses abaixo foram fisgados pelo Leonardo e Nê.

2 pevões fisgados nas galhadas do Rio da Fazenda

2 pevões fisgados nas galhadas do Rio da Fazenda

E finalmente tiro o dedo com uma mini Guaivira, fisgada na Cultiva Mira Bait. Kkkkkk ô tristeza!

Meu troféu do dia foi essa bela Cultiva Mira Bait fisgado com uma Guaivira

Meu troféu do dia foi essa bela Cultiva Mira Bait fisgado com uma Guaivira

Leo e mais um pevinha no plug de meia-água

Leo e mais um pevinha no plug de meia-água

Guaivira

Guaivira

Tomo tirando o dedo com uma Guaivira

Tomo tirando o dedo com uma Guaivira

E assim terminamos o nosso primeiro dia de pesca, apesar de não ter fisgado muitos peixes, a diversão entre amigos foi muito boa e com certeza a imagem dos flechas subindo à tona ficará para sempre guardada em minha memória.

Finalizando os trabalhos com um pastel na barraca do Japa

Finalizando os trabalhos com um pastel na barraca do Japa

 

 

Dia 2

No segundo dia de pesca quem me acompanhou foi o amigo caiaqueiro Mauricio de Souza, guiados pelo Serginho da Marina Fênix.

Logo pela manhã ficamos aguardando pelo embarque lá no píer da Acqua azul, e pudemos acompanhar os robaleiros saindo para pescar. Observamos o guia Nê partindo para a costeira, o Welton Germano saindo com clientes para comprar camarão vivo e por fim o amigo Leo da Fênix saindo também para a costeira com os clientes.

Leonardo saindo com clientes para a costeira de Bertioga

Leonardo saindo com clientes para a costeira de Bertioga

Por volta das 8am o tempo já estava completamente aberto e com um sol de queimar.

O dia prometia ser muito quente em Bertioga

O dia prometia ser muito quente em Bertioga

Como durante a manhã os peixes estavam bem ativos lá no costão, resolvemos dar uma passada na lajinha da barra para ver se encontrávamos algo por lá. Mas como o mar já estava alto, retornamos para a nossa segurança e assim partimos rumo ao Rio Itapanhaú para buscar os pevões de lá.

Conferindo os peixes na laje da barra de Bertioga

Conferindo os peixes na laje da barra de Bertioga

Chegando ao point conhecido como Morro Branco, perto da marina Poço do Robalo, Serginho engatou um belo pevão negro do Rio Itapanhaú.

Guia Serginho com um belo peva do Rio Itapanhaú

Guia Serginho com um belo peva do Rio Itapanhaú

Mas infelizmente parecia que o pevão estava sozinho por lá.

Como a maré estava de vazante, descemos o rio batendo em vários pontos conhecidos. Conferimos o bondinho, ponte da rio-santos, robalão e etc.. Mas nada de encontrar os robalos.

Foi então que por volta das 12hrs resolvemos passar próximo a marina Nacionais e descer as robaleiras por lá.

E então um doublê inusitado…

Doublê de bagres série ouro e prata. Um na robaleira e outro no Jumping Jig

Doublê de bagres série ouro e prata. Um na robaleira e outro no Jumping Jig

Em seguida uma corvinota tamanho mini. Cade os robalos???

Corvinota

Corvinota

Com o sumiço dos peixes, resolvemos entrar nos braços estreitos dos rios de Bertioga para ao menos termos mais ações e brincar com os pevinhas no plug. O rio escolhido foi o pequeno São João, mas foi lá que garantimos a diversão de nossas pescarias! Milhões, milhões de pevas.

Pevinha no plug

Pevinha no plug

Mauricio tirando o dedo no Rio São João

Mauricio tirando o dedo no Rio São João

Milhões de pevinhas

Milhões de pevinhas

3D Minnow da Yo-Zuri trabalhando!

3D Minnow da Yo-Zuri trabalhando!

Mais um peva

Mais um peva

Pevinha no último minuto da prorrogação

Pevinha no último minuto da prorrogação

Saindo do Rio São João, fizemos mais um pit-stop na marina Nacionais, mas por lá apenas encontramos um casal de Baiacus Suicidas.

E assim finalizamos mais um divertido dia de pesca. Sem muitos peixes grandes mas com muita ação no pincho já na prorrogação.

Hora de sair da água

Hora de sair da água

Finalizando o dia mais uma vez na barraca do Japa kkkk

Finalizando o dia mais uma vez na barraca do Japa kkkk

Retornando ao nosso último point do dia (barraca do Japa), foi hora de tomar uma cerveja e conversar com os pescadores que iam voltando de suas jornadas.

Encontrei com o Leo e me atualizei sobre sua pescaria na costeira. Muito produtiva com galos, corvinas, pescadas e robalos.

Me atualizando com o Leo sobre a sua pescaria na costeira, muita produtividade na ilha dos Guarás

Me atualizando com o Leo sobre a sua pescaria na costeira, muita produtividade na ilha dos Guarás

 

 

Dia 3

No terceiro e último dia da jornada, um sábado, meu pai desceu de São Paulo para pescarmos juntos com o guia Nê.

Começamos explorando a costeira de Bertioga, mas desta vezes esticamos até a Ilha do Arvoredo, local onde meu pai pegou um Pevossauro.

Ilha do arvoredo - Reduto dos pevões

Ilha dos Arvoredos – Reduto dos pevões

Primeiro peixe do dia, Michole-de-areia no jumping jig

Primeiro peixe do dia, Michole-de-areia no jumping jig

Pevão do arvoredo fisgado na robaleira

Pevão do arvoredo fisgado na robaleira

Esse troféu merece mais uma foto!

Esse troféu merece mais uma foto!

Naquele ponto da ilha do arvoredo sempre costumam sair pevas em grandes quantidades, pena que desta vez só achamos 1 peixe por lá. Ainda perdemos algumas ações no jighead, porém já no camarão vivo as ações estavam bem espaçadas. Esticamos mais um pouco rumo ao parcel de pernambuco, também conhecida como carequinha, onde encontramos apenas uma corvina perdida por lá.

Corvina da laje do Pernambuco

Corvina da laje do Pernambuco

Como a maré já estava mudando para a enchente e o vento leste apertava, seguimos de volta para a balsa parando nos points estratégicos.

Barco Outback na laje do Perequê. Quem quer cebôra?

Barco Outback na laje do Perequê. Quem quer cebôra?

Nelsinho Santa Clara na ilha dos Guarás

Nelsinho Santa Clara na ilha dos Guarás

O único point que nos rendeu resultado foi na lajinha da barra de Bertioga, onde alguns pevas e espragas apareceram!

Nê com um peva da lajinha da barra

Nê com um peva da lajinha da barra

Espaaada na robaleira

Espaaada na robaleira

Meu pai e mais um peva na laje da barra

Meu pai e mais um peva na laje da barra

Ufa! Finalmente meu primeiro robalo do dia!

Ufa! Finalmente meu primeiro robalo do dia!

Com a maré de enchente já ganhando força, entramos para o canal para fazermos a tradicional rodada na balsa.

Por lá saíram mais alguns pevas para nós, porém saíram 3 flechas de bom tamanho para quem acertou a passada certeira na balsa. 1 de 6kg para o Nelsinho Santa Clara, outro de 14kg para a turma do Leandro Apolonio e mais um outro de 3kg para os clientes que alugaram um barco na Marina Fênix.

Saideira com robalo na balsa de Bertioga

Saideira com robalo na balsa de Bertioga

Se aproximavam das 15hrs e já podíamos ouvir o barulho amedrontador das trovoadas descendo a serra. Foi questão de minutos até que a trovoada chegasse ao canal com muita chuva, o que nos obrigou a encerrarmos a nossa pescaria antecipadamente por questões de segurança.

Fim do dia com chuva chegando em Bertioga

Fim do dia com chuva chegando em Bertioga

 

E assim encerrou-se mais uma expedição nas águas de Bertioga.

Ainda não foi desta vez que acertei meu flechão, mas com certeza com muitas lições e amizades adquiridas nesses 3 dias de mini-férias.

Um agradecimento especial aos amigos da Marina Fênix, Edu, Leo, ao amigo Marcelo Lanzara pelas dicas e conversa, ao experiente guia Nê por sua parceria de sempre e a todos amigos que encontramos por aí, na água.

Abraços e boas pescarias.

André Nagae