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Postado por em 19 fev 2014 em Água doce, Água salgada, Destaque, Fishing Stories | 5 comentários

Pescando os Tucunarés de Miguelópolis

Pescando os Tucunarés de Miguelópolis

Salve Amigos Pescadores!

Sábado de previsão ruim para o mar, nossa pescaria da queimada grande havia sido cancelada e os sites de previsão indicavam vento fortíssimo e chuva torrencial. O que fazer nessa situação? Muitos diriam “ficar em casa”, porém os loucos do Fishing Stories (Eu, Banzai, Antonio e Afonso) decidimos ir para o interior fugir do mal tempo.

O destino escolhido foi a cidade de Miguelópolis que fica a 420 Km da capital e abriga uma represa das águas do Rio Grande. Local um tanto quanto conhecido por pescadores de Tucunaré. Ano passado houve até um grande campeonato na região em que o prêmio foi um barco e um motor.

Tudo combinado, saímos de São Paulo às 1:30 da manhã do sábado com destino a Miguelópolis, pegamos a Rodovia dos Bandeirantes até o fim, depois a via Anhanguera até a cidade de Ituverava de onde sai uma estrada viscinal de 30 km até Miguelópolis,  e finalmente chegamos na cidade às 6:10 da manhã depois de parar para um café da manhã em Ribeirão Preto.

O dono da Pousada Caramigo, o Sr. Caramigo, veio nos receber na cidade para que seguíssemos ele até a pousada, numa estrada de terra de uns 3 km em meio aos canaviais. Assim às 6:40 chegava-mos a simples, porém acolhedora, Pousada Caramigo.

Cabe aqui uma menção ao excelente atendimento e ótimos preços oferecidos pela pousada, ficamos num quarto simples com banheiro, frigobar e ventilador de teto, mas muito confortável, só para registro alguns dos valores da pousada:

  • Hospedagem => R$ 35,00 por pessoa com café da manhã
  • Almoço ou janta => R$ 18,00
  • Barco (somente o casco) => R$ 60,00
  • Piloteiro => R$100,00
  • Barco completo com piloteiro => 250,00

Segue o site da pousada para maiores informações: http://www.pousadacaramigo.com.br/

Localização e coordenadas da Pousada Caramigo.

Localização e coordenadas da Pousada Caramigo.

 

Mal jogamos guardamos as coisas no quarto e já fomos pra água!

O barco montado na bela estrutura da pousada caramigo

O barco montado na bela estrutura da Pousada Caramigo

O dia amanheceu nublado e gelado, porém com pouco vento na parte da manhã e sem chuva!

Dia Nublado, porém sem chuva.

Dia Nublado, porém sem chuva.

Como estávamos em 4 pescadores, nos dividimos em 2 barcos, eu e o Banzai em um:

Banzai pinchando na ilha de vegetação.

Banzai pinchando na ilha de vegetação.

E os amigos Antonio e Afonso juntamente com o guia Emerson no outro.

Os amigos Antonio e Afonso no outro barco.

Os amigos Antonio e Afonso no outro barco.

Nos primeiros pontos eu não tive ação, o Banzai porém insistindo numa isca de hélice, ja havia tido vários ataques e até um peixe fisgado que escapou no pulo.

No outro barco a mesma situação, alguns ataques na hélice e o Afonso havia perdido 2 fisgados na brava. Levamos lambari também, mas não tivemos nenhuma ação.

Até que numa isca sub-walk da rapala eu tive minha primeira ação e captura do dia! Uma Traíra pequena, mas foi bem legal ver ela atacar no visual.

Trairinha para tirar o dedo

Trairinha para tirar o dedo

O dia seguia com poucas ações e peixes que teimavam em rebojar e não entrar na hélice.

Insistindo na Hélice.

Insistindo na Hélice.

Até que o Banzai teve dois ataques consecutivos em dois arremessos com a isca de hélice  e no terceiro jogou no mato e prendeu a isca, mas como ele estava vendo o tucuna, então ele falou “joga lá!!”.

Joguei a subwalk e não deu outra! meu primeiro tucuninha de 2014.

O primeiro Tucunaré amarelo do dia.

O primeiro Tucunaré amarelo do dia.

Depois disso ainda tivemos 3 ou 4 Traíras seguindo nossas iscas porém sem mais nenhuma captura.

Fomos almoçar e logo depois mal molhamos as iscas e o vento veio com tudo!

O Vento nos obrigou a parar.

O vento nos obrigou a parar.

Ficamos na pousada conversando e aguardando o que ocorria.

Será que chove ?

Será que chove ?

Apesar da força do vento e das nuvens, não caiu uma gota. E assim cerca de 1 hora depois, conseguimos voltar para a pescaria.

Fomos tentar em alguns pontos mais no meio da represa, já que as marolas haviam turvado a água nas margens, por lá o Amigo Antonio fisgou dois tucunas pequenos.

Amigo Antonio brigando com um tucuna.

Amigo Antonio brigando com um tucuna.

No nosso barco eu não estava tendo mais ações na Subwalk, nem na XRap e nem na Brava! E o Banzai teve mais alguns botes que não rendiam capturas.

A bela paisagem local.

A bela paisagem local.

Até que aos 45 do segundo tempo o Banzai consegue um bote na hélice que confirmou.

Banzai finalmente tirando o dedo.

Banzai finalmente tirando o dedo.

Tucunaré voltando pra vida.

Tucunaré voltando pra vida.

Insistimos por mais meia hora, mas acabamos encerrando pois ja passava das 19:00 e o sol ia se por em breve.

O cair da tarde na represa.

O cair da tarde na represa.

Desmontamos o barco, carregamos o carro, e às 20:30 estávamos saboreando uma bela janta para logo depois dormir e acordar as 3:00 da manhã pra voltar pra SP. :S

Voltamos meio decepcionados por rodar 900 Km e não encontrar muitos peixes, porém com a mente limpa e felizes pelas belas paisagens visitadas.

Abraços.
Pleffer.

  • Lincoln Donizete Gabriela Merc

    O visual, o descanso faz valer a pena, mas não para todas pescarias =)

  • Guest

    Pescaria é assim mesmo, tem dia que não tá pra peixe. Más com certeza, na proxima

  • marcelo silvestre

    Pescaria é assim mesmo, um dia tá bom, no outro não. Más com certeza, não faltara oportunidade de pescar belos tucunas. Abraço.

  • Bruno Necchi

    Reza a lenda que os Tucunas estão chocando nessa época e por isso não abocanham as iscas, apenas tentam espantá-las. É comum a captura pelo corpo e não pela boca! Mas sempre tem os gulosos que acabam renovando as nossas esperanças do próximo arremesso… 😀

  • Paulo De Tarso Dualiby

    Muita coragem de sair para pescar nesse final de semana, amigos! Parabéns pela disposição e por ninguém ter saído dedão! Abração!