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Postado por em 3 dez 2013 em Água salgada, Destaque, Fishing Stories, Internacional | 11 comentários

Pescaria Costeira na Flórida – EUA

Pescaria Costeira na Flórida – EUA

Bom dia amigos pescadores! Esse relato é um pouco diferente, pois acabo de retornar de um pequeno período de férias que tive, nos Estados Unidos. Férias apenas de meu trabalho comum, pois trabalhei muito para o Fishing Stories, fiz 2 pescarias e pesquisei o máximo que pude sobre a pesca na região. Talvez o texto se prolongue além da expectativa, mas para quem tem curiosidade sobre como proceder para pescar no exterior, é uma boa oportunidade de entender como as coisas funcionam por lá. Para quem prefere apenas ver o que eu pesquei, nem preciso falar, só navegar entre as fotos :D!

Contando um pouco de minha história com pescarias internacionais, essa não é a primeira, fiz outras 2 viagens nas quais eu arrumei algum jeito de pescar. A primeira foi exatamente na Flórida, mas na região leste, em Fort Lauderdale e a segunda viagem eu fiz pelo Reino Unido em busca de Trutas e Salmões. Por serem menos recentes, farei um relato delas depois para contar minhas aventuras por lá. Vamos ao que interessa:

Motivação

Minha motivação para essa viagem foi bem simples, uma promoção de passagens para Orlando apareceu e eu aproveitei para comprar. Escolhi um período de 8 dias para ficar e decidi que pescaria nesse tempo.

Local

Sabendo que seria na Flórida, decidi prospectar pelo lado oeste, pois já conhecia praticamente todo o leste e sul desse lindo estado. Escolhi então a região de Tampa, onde vários amigos meus sempre falaram que se lembram de mim ao passar por lá, exatamente por verem muita gente pescando em píers da região.

Região escolhida para as pescarias.

Região escolhida para as pescarias.

Pesquisa

Com datas de passagens, a pesquisa foi em torno de que pescaria eu poderia fazer. Procurei por guias de pesca nessa região, sempre levando em consideração preços e tipos de pescaria que eu desejava. Sou viciado em softbaits, queria pescar com elas por lá e se possível os peixes que eu sempre admirei Redfishes e Robalos. Fora isso, é usual eu pesquisar um pouco sobre a legislação da região, quais peixes podem ser pescados, que licenças eu devo adquirir, mas quanto a isso os EUA costumam ser bem práticos, em geral quando você sai com um guia e licença para a pesca está inclusa no pacote, basta perguntar para ele. Caso não esteja em locais com guia, como plataformas de pesca que são pagas, elas também costumam incluir a licença, basicamente, se você está pagando, provavelmente estará pagando pela licença. Depois de muita pesquisa, encontrei fretamentos de pesca (fishing charters) específicos para a pesca em estuários. A partir daí foi só encontrar qual se encaixaria em meu bolso. Os fretamentos de pesca com artificiais de lá são bem próximos dos que fazemos por aqui, com 2 ou 3 pescadores no barco no máximo. Como eu estava sozinho, passei a mandar desesperadamente e-mails aos guias perguntando qual deles poderia me encaixar em alguma pescaria com outro pescador para dividir os custos, o termo usual para isso é “Party Boat Fishing” ou o mais lógico para nós, “Shared boat fishing”.

Contratação

Alguns guias exigem pagamento antecipado, não foi o meu caso, mas em geral, explique que você não tem como transferir facilmente dinheiro para lá, pergunte se ele aceita cartão de créditos ou se tem uma conta no Paypal, a profissão de guia por lá costuma ser bem estruturada e esse tipo de coisa é comum, ainda mais para atender um pescador internacional.

Material

Uma coisa prática que eles fazem é ter material para fornecer, assim não precisamos levar toda nossa tralha, correndo o risco de esquecer algo que é fundamental para a pescaria. Para acalmar minha ansiedade eu costumo perguntar qual equipamento terei disponível, assim fica mais fácil saber como será a pescaria. Nessa pescaria usamos um material muito parecido com o das pescarias costeiras de Anchovas em Ilhabela. Varas de 6′ 30lb com molinete, multi equivalente e leader de fluor. As iscas foram Twichbaits, Shads e Jumping Jigs.

Shad da D.O.A. utilizado em todas as pescarias.

Shad da D.O.A. utilizado em todas as pescarias.

A primeira pescaria

Tomei o café da manhã tradicional americano, um dos meus motivos para sempre viajar para lá é a comida, sinto falta da gordura trans! rsrs

Café da manhã dos campeões no IHOP.

Café da manhã dos campeões no IHOP.

Um dos guias tinha uma vaga num barco com outras 2 pessoas, eu aceitei rapidamente e confirmei. O guia era o Eli Rico, dono do HotShot Guide Services. Combinei com ele o horário e o local, seria numa rampa pública de barcos num parque chamado Maximo Park. Ao chegar ao parque, foi um tapa na cara do que chamamos de público por aqui. O parque extremamente organizado, com vagas para muitos carros com carretas, chuto umas 200 vagas e rampas que superam a qualidade das rampas de muitos Yatch Clubs que conheço por aqui no Brasil. Algumas fotos que tirei enquanto esperava a hora de pescar:

Galera jogando alguma categoria de Frisbee.

Galera jogando alguma categoria de Frisbee.

Aranha estrela.

Aranha estrela.

Tubos espalhados pelo parque, para descarte de material de pesca.

Tubos espalhados pelo parque, para descarte de material de pesca.

É legal ver como o pessoal costuma ter uma Picape 4×4 e um barco em casa, basta ir para uma rampa dessas e descer por conta própria o barco. Algumas Bigfoots chegavam arrastando lanchas grandes, de até 30 pés, tudo sem alarde ou esquisitice, é realmente comum arrastar barcos grandes por lá.

Parelhas com 3 ou até 4 motores são comuns por lá, em barcos arrastados por carretas e picapes monstruosas!

Parelhas com 3 ou até 4 motores são comuns por lá, em barcos arrastados por carretas e picapes monstruosas!

O Eli chegou e eu pude observar a embarcação que usaríamos, era bem específica para nosso tipo de pesca. Um motor 150hp com hidrojato no lugar de hélice, para podermos passar por locais com pouquíssima profundidade e um casco bem largo sem console central, para facilitar a locomoção entre os pescadores (quando houve muitas ações simultâneas, ficou mais claro porque não ter console central no barco).

Motor com hidrojato, para passar por locais rasos.

Motor com hidrojato, para passar por locais rasos.

Embarcação própria para a pesca nos flats da região.

Embarcação própria para a pesca nos flats da região.

Materiais arrumados, barco na água e fui apresentado ao simpático casal com quem eu partilharia a pescaria: Mike e Mely, ambos estavam interessados em minha trajetória por lá e também por eu ter aparência de asiático (a Mely é Filipina, logo estávamos conversando como se fôssemos parentes). Partimos para o primeiro point de pesca. Eu já cansado de registrar, me empenhei mais em entender como seria a pescaria.

Companheiros de pesca do primeiro dia e o guia Eli ao fundo.

Companheiros de pesca do primeiro dia e o guia Eli ao fundo.

Pontes levadiças são comuns em todos os EUA.

Pontes levadiças são comuns em todos os EUA.

Eli montou 3 conjuntos inicialmente, 2 com softbaits para o casal e eu começaria com uma Twitchbait. Posicionou o barco, e de repente estávamos rodando por uma área com MUITO PEIXE, era possível ver a cauda de alguns para fora. Claramente eram Tainhas (Mullets), Redfishes e Ubaranas (Ladyfishes). As pernas bambearam e comecei a arremessar em cima deles, a cada arremesso uma batida, uma perseguição, mas nada de conseguir fisgar. Ao meu lado o Eli fisgou algo bom (não tinha 10 minutos de pescaria ainda) e depois de uns minutos de briga, vimos a sombra prateada e a barbatana dorsal de um belo tubarão, tinha seus 15/20kg mas pouco depois estourou a linha. Perguntei qual a isca que o Eli usava e ele sorridente disse “soft…” na hora pedi para ele trocar a minha! E a partir daí, estávamos os 4 pescando com softbaits. As Ubaranas faziam a festa, fisgavam e escapavam com a mesma facilidade. Até que algo diferente bateu.

Tirada de dedo com uma velha conhecida.

Tirada de dedo com uma velha conhecida.

Todos ficaram felizes, era o primeiro peixe embarcado do dia, mas eu não consegui disfarçar minha cara de indignação, queria algum peixe grande ou regional. Mas pacientemente soltei ela e ao olhar para a água, uma sombra monstruosa, um Tarpon gigantesco. Já havia visto Tarpons, mas nunca daquele tamanho, facilmente passava dos 2 metros de comprimento. Nesse momento o Eli gritou da popa: “Quando pegar um pequeno, recolha lentamente, pode ser que você tenha alguma surpresa desse tipo!”. O ânimo voltou e voltei ao trabalho. Mais um pequeno, uma Sea Trout, bem parecida com nossa pescada branca.

Silver Seatrout uma prima de nossa pescada branca.

Silver Seatrout uma prima de nossa pescada branca.

Pegamos muitas dessas, e recolhíamos lentamente, esperando ataques de Bijupirás (Cobias), Cavalas (Mackerels) e Tubarões (Sharks), as vezes eles se interessavam e seguiam, mas só davam uma mordida de leve. A água por lá é muito limpa, tem muita comida, isso explica porque alguns peixes preferiam ignorar nossas iscas na água, se interessavam apenas por nossos peixes se debatendo, mas ao ver nossa presença desistiam.

Até que finalmente consegui embarcar uma Ubarana, peixe muito espinhento esportivo! Antes disso, uma quase me fez cair do barco, tamanha a força que ela bateu. O Eli me explicou que os tubarões adoram elas e que se eu quisesse era só fisgá-la num anzol maior. Mas lembrei do tubarão que peguei em Fort Lauderdale e desisti, volte para a água Ubarana!

Ubarana, sempre proporcionando uma ótima briga!

Ubarana, sempre proporcionando uma ótima briga!

Cerca de 2 horas desse jeito e as ações foram diminuindo, mudamos de ponto. Iríamos para mais perto da barra, arremessar perto dos Píers particulares em um fundo misto de pedras com areias.

Mansões a beira mar.

Mansões a beira mar.

Nos primeiros arremessos, quebrei meu recorde de peixe Lagarto!

Recorde de Peixe Lagarto, peguei trocentos desse porte.

Recorde de Peixe Lagarto, peguei trocentos desse porte.

E foi nessa pescaria que eu não me dei muito bem, tive muitas ações mas a maioria dos peixes escapou. Quem deu um baile em todos foi a Mely, que embarcou 4 bons Linguados (Flounders) e o Eli que capturou Garoupas e Badejos. A pescaria desse dia ia terminando, na volta pude ver o pessoal pescando dentro da água, mas confesso que fiquei preocupado com a quantidade de tubarões dessa área, não sei se o faria. Serviu para ver como tem muito peixe naquela região, é de impressionar qualquer um, não tenho palavras para descrever como tem peixe ali, por ironia temos a imagem de que os americanos não preservam seu meio ambiente, seja lá como for, a fauna daquela região é invejável! Ainda fui convidado para experimentar alguns dos peixes que capturamos na casa do Mike e da Mely, que prepararam um ótimo jantar! Posso dizer que fiz novos amigos por lá.

Pescaria a pé nos flats da região, infestada de tubarões.

Pescaria a pé nos flats da região, infestada de tubarões.

Segunda Pescaria

O Eli arrumou uma vaga em outra pescaria para mim, e claro que não recusei, mesmo estando em Orlando, acordei de madrugada, peguei o carro e voltei para St. Pete, a previsão era péssima, com muito vento e talvez chuva, mas eu queria pescar de novo, sem um troféu na semana anterior, achei que deveria tentar novamente por simplesmente ter visto os troféus nadando na minha frente! Pé na estrada e cheguei com o Sol nascendo na rampa.

Os companheiros de pesca desse dia seriam Bob e Fred, ambos pescadores bem experientes, com muito a ensinar. Partimos novamente e chegando ao point, um arco-íris para deixar a paisagem mais bonita ainda.

Arco-íris em St. Pete.

Arco-íris em St. Pete.

Mas só isso mesmo, o vento castigava e eu já começava a temer por um dia difícil. Eli preparou o equipamento deles e enquanto preparava o meu, o Fred já fisgava algo.

Fred brigando com o peixe.

Fred brigando com o peixe.

De novo a primeira ação do dia era de um Tubarão, mas dessa vez conseguimos embarcá-lo!

E o resultado, belo tubarão com softbait!

E o resultado, belo tubarão com softbait!

Com o vento piorando, não conseguimos pescar mais nada nesse ponto. Pra variar, algumas Ubaranas foram fisgadas, mas nenhuma embarcada. Então mudamos de ponto, o Eli posicionou o barco da melhor maneira possível, soltou na água um tipo de Poita Paraquedas, que fazia com que o barco seguisse a maré e não se influenciasse pelo vento.

Aparato para segurar o barco na maré.

Aparato para segurar o barco na maré.

Nesse momento o cenário mudou, comecei a ter ações de tudo que é tipo de peixe, até que um chamou a atenção de todos.

Black Seabass

Black Seabass

Era uma espécie nova para mim, e aparentemente muito admirada por eles para a culinária. Quando ia soltar vi os olhos brilhando de todos, e entendi que era um bom peixe para se comer. A curiosidade desse peixe é que ele me lembra um Tucunaré, mas bem mais escuro. A partir desse, peguei muitos, eles não costumam passar dos 40cm de comprimento e era o tamanho máximo que conseguíamos.

Black Seabass maiorzinho.

Black Seabass maiorzinho.

Depois disso o Eli começou a pegar uns jigs de 50g e montar. Achei estranho aquele peso, por saber que a profundidade não passava dos 10m, mas mesmo assim comecei a usar. As primeiras ações foram de bagres-bandeiras, e bagre é bagre no mundo todo aparentemente rsrsrs, ninguém fica orgulhoso de pegar. Mas esses deram um bom trabalho para tirar da água.

Surpresa não tão agradável nos jigs.

Surpresa não tão agradável nos jigs.

Eu não poderia escapar deles.

Eu não poderia escapar deles.

Já praticamente no meio da barra, começou o show de variedade de espécies. A cada arremesso, um peixe diferente batia no jig e nas softs.

Ubarana no Jig.

Ubarana no Jig.

Pampo pego com Jig.

Pampo pego com Jig.

Muitos desse deram a cara.

Muitos desse deram a cara.

Até a Rêmora (Shark Sucker) atacou o jig.

Até a Rêmora (Shark Sucker) atacou o jig.

Já chegando ao fim do período de pesca, o guia ainda posicionou o barco num ponto próximo da areia, onde vimos umas sardinhas pulando. Todos começaram a arremessar em cima, e os leaders voltavam destruídos, achamos um cardume de Anchovas (Bluefishes) !!! Começou a festa!

Eu todo empolgado, arremessei o jig e achei que tinha pego uma Anchovona que brigava no fundo, mas quando subiu, meu primeiro Tubarão pego no jig! Fiz questão de tirar uma foto segurando ele.

E o meu troféu, primeiro Tubarão pego na artificial.

E o meu troféu, primeiro Tubarão pego na artificial.

Nesse momento bagunçou tudo, eram 4 pessoas pescando ao mesmo tempo, cada uma com uma Anchova ou Xaréu na ponta da linha. Corre para cá, para lá no barco para desenroscar, linha estourando, golfinho pulando do lado do barco. Ao menos consegui registrar algo.

Loucura o cardume atacando tão próximo da praia.

Loucura o cardume atacando tão próximo da praia.

Cena repetida, de uma anchova subindo.

Cena repetida, de uma anchova subindo.

Em menos de 1 hora, peguei incontáveis Anchovas, também perdi muitas com a linha estourando, a média de tamanho era a da foto, mas algumas no meio eram maiores e bem mais difíceis de se tirar. No meio apareciam alguns Xaréus que também atacavam a maioria das iscas. Depois de perder uns 2 jigs, voltei a usar as softbaits e tive a mesma produtividade.

Eli me auxiliando para tirá-la da água.

Eli me auxiliando para tirá-la da água.

Uma para a foto ao menos.

Uma para a foto ao menos.

E assim terminou a pescaria, com uma pegadeira de Anchova e Xaréu! Faremos mais matérias com os materiais que colhi por lá, justamente para trazer novidades para vocês! Caso tenham dúvidas sobre a pesca no exterior, deixem comentários, perguntas, podemos ajudar na pesquisa de locais e guias, assim como termos em inglês para a pescaria. Pelo que pude notar, o pessoal prefere usar iscas vivas para encontrar os grandões, todos os barcos que eu vi pescando na proximidades usavam pequenos peixes vivos como isca, felizmente encontrei um guia especializado em iscas artificiais, experiente, paciente para entender meu inglês macarrônico e que curte o bom e velho Rock’n Roll!

Best Regards!
Banzai!

  • Decio Serra Neto

    Parabéns por mas essa empreitada Banzai… férias sem pescaria não é férias ^^

    • http://www.fishingstories.jp/ Fishing Stories

      Valeu Décio! Pois é! Sem férias de pescaria! rsrsrss
      Abraços!

  • Paulo De Tarso Dualiby

    Muito legal Banzai! A quantidade e diversidade de vida marinha naquelas águas é realmente impressionante.
    Que bom que conseguiu um guia que falava a mesma língua que a sua: Jigs and Softs hehehe
    Abração,

    • http://www.fishingstories.jp/ Fishing Stories

      Pois é Paulo! Tem muito peixe por lá! É uma loucura! E você está certo, eu sou meio tímido para falar inglês, mas quando se trata de pescaria eu viro um lorde inglês, ainda mais nessas modalidades que já sei alguma coisa! Abraços e obrigado por comentar!

  • Mauricio

    Banzai, parabéns. Arrebentou nessa pescaria mesmo. Muuuito 10!!!!

    • http://www.fishingstories.jp/ Fishing Stories

      Valeu Mauricio! A ansiedade era enorme! Abraços!!!

  • Ronan Chaves

    Que relato!! Espetacular! Parabéns! O site está cada vez melhor! Estava doido pra utilizar mais meus shad’s da D.O.A nas minhas pescarias de caiaque em costões e agora tive um belo incentivo. Jamais poderia imaginar que essas espécies pudessem atacar softbaits com tanta facilidade. Você poderia descrever as formas que foram trabalhados os shad e os pesos dos Jig Heads? Abs

    • http://www.fishingstories.jp/ Fishing Stories

      Fala Ronan! Obrigado por comentar! Então, o trabalho era o mesmo que eu faço por aqui, um toque apenas e prestando atenção na isca chegando ao fundo. O peso variava de acordo o vento e a maré, de 12g a 20g. Vou tentar usar por aqui também! Abraços!

  • Valter Augusto Fernandes

    Fantástico! Foi tipo os programas do “Monstros do Rio” com Jeremy Banzai Wade…

    • http://www.fishingstories.jp/ Fishing Stories

      Fala Valter! Muito boa a comparação!!! kkkkk valeu por comentar 😀 em breve teremos mais monstros do mar! 😀

  • Andre

    Banzai, deu quanto tempo de orlando? To pensando em ir para la e ir pescar,nao sei se party boat ou um esquema parecido com o seu.