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Postado por em 14 jul 2016 em Água salgada, Destaque, Dicas, Fishing Stories, Técnica | 1 comentário

Robalos no JigHead em Bertioga

Robalos no JigHead em Bertioga

Olá amigos pescadores!

Dando continuidade aos relatos de julho, venho compartilhar mais uma pescaria (07/07) que fiz com a equipe da Bertioga Fishing Team, desta vez com o pro-staff Leonardo Tahara. O Leo foi a minha dupla no X Torneio de pesca de robalos lá em Bertioga em 2015.

O objetivo da pesca era insistirmos na modalidade de camarão-artificial com jighead e buscar os robalos e pescadas que estão muito ativos nesta época de frio aqui no litoral. Apesar da tentação de sair para a costeira ser muito grande, acabamos optando por ficar em águas abrigadas dentro do canal afim de aproveitar a maré de vazante que estava sendo muito produtiva para os robalos.

Descemos o barco por volta das 8:00 e o nosso primeiro point de pesca foi na famosa balsa de Bertioga fazendo a pescaria de rodada, sempre deixando uma vara armada com camarão-vivo e outra em atividade com o jighead.

O primeiro peixe a dar as caras foi um Carapau sem vergonha que atacou o camarão Ebi (NS) de 9cm na cor chá dourado. Já era um bom sinal, pois os peixes estavam ao menos notando a minha isca.

Carapau que trombou com o camarão Ebi da NS

Carapau que trombou com o camarão Ebi da NS

Enquanto testávamos diferentes trabalhos da isca e acertar o peso ideal do Jighead, as varas robaleiras armadas com camarão-vivo fizeram um bom trabalho e fisgaram alguns pevinhas para começar o dia.

Leonardo com o primeiro Pevinha do dia

Leonardo com o primeiro Pevinha do dia

Este valente "trick" foi o que abriu a minha contagem com os robalos

Este valente “trick” foi o que abriu a minha contagem com os robalos

A maré já ganhava uma boa força de vazante que descia de 1.3m às 4:00 até o seu ponto mais baixo sendo 0.2m às 11:30.
Com a força da maré correndo no fundo, percebemos que com o peso leve (6gr) do jighead não conseguíamos sentir o fundo, então resolvi trocar o chumbo de 6gr para 10gr e já fez uma baita diferença para trabalhar corretamente o camarão.

Acertando o trabalho veio a recompensa!

Robalo-peva que encharutou o camarão Ebi chá dourado

Robalo-peva que encharutou o camarão Ebi chá dourado

Os robalos piraram na cor chá dourado do Ebi!

Os robalos piraram na cor chá dourado do Ebi!

Os tricks também não perdoavam o jighead

Os tricks também não perdoavam o jighead

Tivemos muitas ações fazendo a rodada na balsa, enquanto a maré corria os robalos pareciam mais ativos.
E até dublê de respeito saiu!

Dublê de belos pevas no jighead

Dublê de belos pevas no jighead

Leonardo com um peva de medida no jighead

Leonardo com um peva de medida no jighead

Um peva já de quilo que não resistiu o Ebi chá dourado

Um peva já de quilo que não resistiu o Ebi chá dourado

Mais uma foto pra registrar esse belo peixe!

Mais uma foto pra registrar esse belo peixe!

Já se aproximando das 11:00 e a maré perdendo bastante sua força, resolvemos mudar de ponto e subimos o canal para procurar as pescadas e esperar a mudança da maré lá pra cima.

Em cerca de 10 minutos de navegação, chegamos ao point conhecido como Píer 15, e por lá alguns amigos robaleiros já faziam a rodada pelo local.

Guia Nê com os clientes fazendo a pescaria de rodada

Guia Nê com os clientes fazendo a pescaria de rodada

Com a maré parada quase sem correnteza, resolvi arriscar um pouco no jumping jig. Lá pra cima do canal, distante da barra, a água estava em um tom mais escuro e turva, nessas condições gosto de utilizar jumpings constrastantes a cor da água como por exemplo: Glow, Laranja com holográfico e Rosa.

O jig que escolhi neste dia foi o Tera 24gr, laranja com holográfico da NS. Com ele consegui fisgar uma pequena e briguenta pescada-amarela.

Pescada-Amarela fisgada no jumping jig Tera 24 gramas da NS

Pescada-Amarela fisgada no jumping jig Tera 24 gramas da NS

Mas infelizmente em nosso barco foi a única pescada que deu as caras.

Com a falta de ações o jeito foi esperar a virada da maré e aproveitar para almoçar.

Mais uma vez encomendei o Bentô Mori-Mori, muito bem servido!

Mais uma vez encomendei o Bentô Mori-Mori, muito bem servido!

Depois do almoço ainda insistimos bastante naquele ponto para esperar as pescadas, porém o único intruso que apareceu por lá foi um terrível bagre-amarelo que atacou o jumping jig Pac14 no sistema 2bait.

Bagre-Amarelo no sistema 2bait

Bagre-Amarelo no sistema 2bait

E com ele muitos outros bagres começaram a nos atazanar. O jeito foi mudar de point e procurar novamente os robalos.

Rodamos por diversos points sem sucesso, até que fomos conferir o Rio da Fazenda e por lá insistimos mais uma vez no Jighead.
Por lá resolvi arriscar o arremesso de um jighead leve (6 gramas) dentro das galhadas, e foi no final do tempo que fisguei o troféu do dia.

Robalo-Peva fisgado no camarão Ebi chá dourado

Robalo-Peva fisgado no camarão Ebi chá dourado

Mais uma foto do troféu!

Último robalo do dia!

Último robalo do dia!

E foi isso aí amigos pescadores!
Mais um dia de treino e diversão garantida. Um dia que com certeza o jig head se destacou diante as outras modalidades.
Como diz o velho ditado: Um dia do peixe, outro do pescador.

Serviço de pesca: Bertioga Fishing Team

Abraços e boas pescarias!

André Nagae

  • Leandro Thomaz

    Muito bom to querendo ir nessa quarta 17/08/16 mas estou preocupado com a previsão dos ventos … Valeu !