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Postado por em 5 fev 2014 em Água salgada, Destaque | 1 comentário

Testando os Plugs no Itaguaré

Testando os Plugs no Itaguaré

Bom dia amigos pescadores!!! Estamos aqui para transmitir mais um relato de pesca!!! Acharam loucura o bate e volta que fizemos em Cananéia no sábado?! No dia seguinte eu fiz um outro bate e volta, dessa vez em Bertioga, no Rio Itaguaré, para honrar a pescaria que eu havia combinado há um bom tempo com o amigo Daniel.

Daniel com suas poucas proteções contra as mutucas do mangue.

Daniel com suas poucas proteções contra as mutucas do mangue.

A pescaria

Chegamos por volta das 8:00 no estacionamento do saudoso Alfredinho, hoje administrado pelo filho e amigos. Montamos o motor elétrico, baterias e saímos para pinchar despretensiosamente. Conforme vocês tem acompanhado por aqui, eu estou decidido a refinar minhas técnicas de pesca com plugs, já que em 2013 eu praticamente só pesquei com softbaits. Estava decidido, eu usaria ao máximo minhas recentes aquisições:

Saruna 95mm
Rapala Shad Rap 7
Red Pepper Baby

Já o Daniel começou com o Magic Stick das Iscas Nakamura. Pinchamos algumas margens porém sem sucesso, procuramos algumas galhadas ainda sem ver a cara dos bocudos, até que eu resolvi fazer o que sabia, arremessei o camarão com Banzai Rig no meio de uma galhada, cheia de algas, parecia pesca de traíra! E não é que deu resultado?

Tirando o dedo com um Peva.

Tirando o dedo com um Peva.

Começou a festa, emprestei uma isca ao Daniel que logo assimilou o uso e foi aquela fartura de tricks, que diverte qualquer pessoa com equipamento light. Mas ao mesmo tempo que eu me divertia, começava a temer que fosse um dia idêntico ao anterior em Cananéia (os peixes não atacavam, sequer perseguiam os plugs que eu arremessava). Resolvi colocar a isca de sempre: Cultiva Mira Bait – slow floating e comecei a fazer a “chamadinha” com ela…

Pevinha não resistiu ao trabalho lento na chamadinha.

Pevinha não resistiu ao trabalho lento na chamadinha.

A partir daí, quebrei a zica dos plugs e comecei capturar com todas as iscas que testei. Mesmo as de meia-água, eram mais efetivas quando trabalhadas na superfície.

O Daniel insistia no Stick, até que conseguiu um belo Peva!

Daniel tirando o dele com um Magic Stick das Iscas Nakamura.

Daniel tirando o dele com um Magic Stick das Iscas Nakamura.

Diversas ações com iscas variadas, nos animavam o tempo todo.

As vezes alternava para a softbait e conseguia tirar uns flechinhas.

As vezes alternava para a softbait e conseguia tirar uns flechinhas.

Foi a deixa para eu parar de usar iscas de meia-água, montei minha Red Pepper e comecei a arremessar até que um Flechinha resolveu dar as caras.

Meu primeiro Robalo numa isca de superfície, um Flecha ainda :D

Meu primeiro Robalo numa isca de superfície, um Flecha ainda :D

E foi assim o resto do dia, intercambiando entre Pevas e Flechas, a maioria atacando ou na superfície as iscas Meia-água Floating, ou as próprias de superfície. Quando os ataques diminuiam eu recorria a boa e velha softbait.

Os Flechas começaram a aparecer.

Os Flechas começaram a aparecer.

Voltamos para São Paulo, eu já cansado pelo segundo dia consecutivo de pesca e quase sem dormir, mas com a ótima sensação de ter aprendido novas técnicas e passado mais um dia na natureza.

Abraços!
Banzai

  • Decio Serra Neto

    Parabéns pelo relato Banzai, quanto disposição em brother 2 dias consecutivos de pesca , sendo um deles com quase 24 horas…
    grande abraço